25.08.2011
Eu estava na rua Gen. Osório, sentido centro bairro, tinha um barbante de algodão e começamos a brincar de pular corda, mas eu precisava ensiná-lo a tornear a corda improvisada.
Depois nos sentamos num banco ao lado de um posto petrobrás, nesse instante a Cirlei apareceu vinda da esquina da casa dela e veio falar conosco.
Fiz questão de apresentar os dois e pensei que ele ia ficar chateado, mas não, ele estendeu a mão para ela bem sorridente, ele do meu lado esquerdo, no banco, e a Cirlei sentou-se no meu lado direito.
Chamei a atenção dela para os olhos azuis dele, mal puder ver o sorriso dele meio "amarelo" e seus olhos, e ele se esticou por cima de mim e ficou de cochicho bem encostadinho na Cirlei, de risinhos com ela e confabulando segredinhos como se eu não devesse participar deles.
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