segunda-feira, 26 de novembro de 2012

06.09.2011 -

Ele estava de bermuda e camiseta azul-marinho, no sofá ao meu lado, jogando video-game, tão feliz, conversando comigo e me chamando de mãe.
Então eu percebí que aquele era um momento especial, oportunidade de abraçá-lo bastante e enche-lo de carinho e beijinhos como nunca tinha feito antes.
Abracei-o bem apertado mas ele me rejeitou veementemente dizendo que não queria aquilo e quando começou a justificar o porquê suas palavras ficaram tão confusas que eu não conseguí entender, como se ele estivesse falando em outra língua.
Mas conseguí entender que a situação anterior, de estarmos juntos - camaradamente na falta de uma palavra melhor - ele queria.

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