segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Nada mais será como antes

Em todas as novas conquistas
Em todas as alegrias
Em cada um dos meus dias
Em nada mais haverá plenitude
Sempre haverá o enorme peso de tua ausência, meu filho, minha vida.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

1 a 2/11/2011

Eu estava na piscina de um clube e o ví do outro lado da piscina preparando-se para mergulhar.
Fez um mergulho mas não saiu da superfície, saindo logo em segui da "semi submersão", então eu percebí que ele estava era fazendo um treinamento, um exercício.

Logo ele estava fora da piscina fazendo um exercício de pernas em uma canaleta de água, percebí que enquanto todos nadavam ele se exercitava sem se importar com os outros (ao acordar relembrei que ele fazia exercícios de aquecimento no Diamantinos que eram do Kung fu como andar de quatro ao redor da piscina que até os funcionários o chamavam de homem aranha) - eu estava fazendo um exercício para firmar as pernas na água da piscina e temí ficar com dor no joelho.

O momento mais emocionante foi quando percebí - aos poucos - que ele era ele, ao contrário do menino que ví no condomínio ontem, que era parecido, quando chegava mais perto era mais ou menos. 
29 para 30 de Outubro de 2011.
Custei a perceber que era ele, estava deitado em uma cama em uma pose esquisita que quase não podia ver seu rosto, ao comprovar que era ele fiquei tão feliz e o abracei com força, e enchi-o de beijinhos, sabendo que era um momento especial, para matar a saudade.
19.09.2011
Eu estava na peça do Cassino quando entrou um cachorrinho de rua, feio e sujo, corrí com ele dalí, tive que atirar um chinelo nele, ele foi somente até a porta, tive que atirar outro chinelo, ele foi até a metade do páteo, tive que pegar um pedaço de pau para ele ir mais longe, foi quando cheguei perto do portão e este estava mal fechado, cheguei mais perto ainda, o cadeado estava solto, tentei fechar antes que um homem que estava saindo da cabana em frente chegasse no meu portão, o homem estava com as mãos para trás tipo algemadas, suspeitei dele, era um homem baixo cada vez mais perto e o portão cada vez mais escancarado, quando ele estava quase em cima de repente virou o Rafael, que insistiu que o cãozinho deveria ficar.
Então eu abri o portão e parei de correr com o cachorrinho, mas disse que não o queria dentro de casa, pelo menos. O Rafael quis até dar um nome para o cachorro e eu não queria que fosse outro nome, entrei em casa dizendo que eu tinha apelidado o cãozinho de "entradinha". Ele levou o cãozinho para uma casinha no meio do pátio e antes de sair disse que o nome dele, se eu não disse qual era, seria "Ismael".
25.08.2011
Não posso mais deixar de anotar imediatamente os sonhos com ele, mal consigo me lembrar, se estávamos limpando o páteo da casa de Venancio Aires, antes era outra pessoa me ajudando, depois ficou ele.
25.08.2011
Eu estava na rua Gen. Osório, sentido centro bairro, tinha um barbante de algodão e começamos a brincar de pular corda, mas eu precisava ensiná-lo a tornear a corda improvisada.
Depois nos sentamos num banco ao lado de um posto petrobrás, nesse instante a Cirlei apareceu vinda da esquina da casa dela e veio falar conosco.
Fiz questão de apresentar os dois e pensei que ele ia ficar chateado, mas não, ele estendeu a mão para ela bem sorridente, ele do meu lado esquerdo, no banco, e a Cirlei sentou-se no meu lado direito.
Chamei a atenção dela para os olhos azuis dele, mal puder ver o sorriso dele meio "amarelo" e seus olhos, e ele se esticou por cima de mim e ficou de cochicho bem encostadinho na Cirlei, de risinhos com ela e confabulando segredinhos como se eu não devesse participar deles.
06.09.2011 -

Ele estava de bermuda e camiseta azul-marinho, no sofá ao meu lado, jogando video-game, tão feliz, conversando comigo e me chamando de mãe.
Então eu percebí que aquele era um momento especial, oportunidade de abraçá-lo bastante e enche-lo de carinho e beijinhos como nunca tinha feito antes.
Abracei-o bem apertado mas ele me rejeitou veementemente dizendo que não queria aquilo e quando começou a justificar o porquê suas palavras ficaram tão confusas que eu não conseguí entender, como se ele estivesse falando em outra língua.
Mas conseguí entender que a situação anterior, de estarmos juntos - camaradamente na falta de uma palavra melhor - ele queria.